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quinta-feira, 16 de junho de 2011

A CULPA É DA IMPRENSA: DESEMBARGADORES DISCUTIRAM CASOS POLÊMICOS ENVOLVENDO DECISÕES JUDICIAIS DURANTE A SESSÃO ADMINISTRATIVA DO PLENO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Desembargadores discutem erros em notícias da imprensa local


PLENO DO TJ REUNIDO

As recentes notícias divulgadas na imprensa local em que são mencionados membros da magistratura estadual em casos polêmicos envolvendo decisões judiciais foram discutidas por desembargadores durante a sessão administrativa do Pleno do Tribunal de Justiça nesta quarta-feira (15).

Alguns desembargadores se manifestaram e solicitaram ao presidente do TJMA que, por meio da Assessoria de Comunicação da Presidência, preste esclarecimentos nos casos em que houver erro de informação ou distorção dos fatos sobre a atuação dos magistrados.

Ao se manifestar, o presidente do TJMA, desembargador Jamil Gedeon, disse que a direção do Tribunal não tem sido omissa diante das denúncias e que as respostas têm sido encaminhadas pela Assessoria de Comunicação da Presidência, conforme o caso e o veículo responsável pela divulgação, inclusive tendo o próprio presidente se manifestado, quando necessário e oportuno.
As recentes notícias divulgadas na imprensa local em que são mencionados membros da magistratura estadual em casos polêmicos envolvendo decisões judiciais foram discutidas por desembargadores durante a sessão administrativa do Pleno do Tribunal de Justiça nesta quarta-feira (15).

O desembargador Paulo Velten levantou a discussão, mencionando as notícias controversas recentes sobre a decisão que proferiu quanto ao restabelecimento no cargo da prefeita de Paço do Lumiar. Sustentou seu posicionamento nos autos e ressaltou que a decisão foi um controle judicial corriqueiro, que não comportou críticas a outros magistrados, ao contrário do que foi divulgado.

Para Velten, o site do Tribunal de Justiça deve ser a ferramenta de busca quando a população tiver dúvidas ou quiser saber sobre o trabalho dos julgadores. “O jornalismo sério, com a devida publicidade do ato, é que deve ser exaltado. A liberdade da imprensa nunca será tolhida. Ao contrário, é assegurada, mas sem má fé’, ressaltou.

O desembargador José Joaquim Figueiredo disse que as críticas equivocadas atingem a honra e a imagem dos julgadores e causam constrangimento junto aos seus familiares. Citou caso recente em que fora acusado de atuar em processo relativo ao fazendeiro Manoel Gentil, acusado de homicídio, sem que houvesse relatado ou tomado qualquer decisão nesses autos.

“Fui informado do comentário feito por um radialista e desmenti a notícia caluniosa a meu respeito. Não sou contra a liberdade de expressão, mas desde que ela seja feita com responsabilidade”, enfatizou o desembargador.

A desembargadora Nelma Sarney seguiu o posicionamento do desembargador Figueiredo e reforçou que em algumas situações os fatos vêm sendo distorcidos e não representam a realidade dos autos em trâmite.

A magistrada solicitou ainda ao presidente da corte reforçar a segurança na entrada do Tribunal de Justiça, local que tem sido frequentemente utilizado por grupos políticos e populares para fazer manifestações contra decisões de magistrados.

“O presidente deve garantir a ordem não apenas internamente nas sessões de julgamento, mas também nas imediações do Tribunal, para evitar tumultos. “Em cada processo sempre há uma parte que é contrariada e manifesta sua insatisfação. Nos sentimos ameaçados por essas manifestações na porta do Tribunal”, ressaltou.

DENÚNCIA - A respeito dos fatos noticiados pela imprensa local, envolvendo o desembargador Jaime Ferreira de Araújo e uma candidata ao concurso público para ingresso na magistratura do Estado, ocorrido em 2009, o presidente do TJMA informou que já tramita procedimento de controle administrativo perante o Conselho Nacional de Justiça, para onde foi encaminhada a denúncia, o que impede a instauração paralela de outro procedimento similar pelo Tribunal do Maranhão. Disse ainda que o Tribunal está prestando todas as informações e esclarecimentos necessários ao bom andamento das investigações perante o CNJ.

Assessoria de Comunicação do TJMA

sexta-feira, 6 de maio de 2011

JUDICIÁRIO PERMANECE INERTE DIANTE DA CORRUPÇÃO ADMINISTRATIVA DENUNCIADA PELO MINISTÉRIO PÚBLICO EM PAÇO DO LUMIAR

Apesar das reiteradas denúncias de impropidade administrativa feitas pelo MP, a justiça permanece inerte em decidi-las. Das inumeras ações de improbidade administrativa que foram promovidas pelo MP, todas, aliás, pedindo, em carater liminar, o afastamento da prefeita Glorismar Rosa Venancio por extrema necessidade da instrução processual, conforme determina a lei, somente em duas delas a medida foi deferida pela juiza Jaqueline Reis Caracas, titular da 1° Vara de Paço do Lumiar, que afastou a prefeita do exercício do mandato, embora, em menos de dois dias, houvera retornado ao cargo por força de liminar concedida pela Desembargadora Nelma Sarney Costa, da 2° Câmara Civel do TJ.
As demais ações, com tantas outras gravidades nocivas  à sociedade luminense, vêm sendo desde o ano passado empurradas com a barriga, pois todos os juizes que substituiram a juiza titular - de licença maternidade e licença prêmio por mais de um ano - até agora nada decidiram, fazendo com que a população revoltada com os sucessivos atos de corrupção administrativa perpetrados pela prefeita Bia Venancio fosse para as ruas, procurasse o Presidente do TJ e o Corregedor da Justiça para que alguma coisa pudesse ser feita.
Até agora, ao que se sabe, nada aconteceu, exceto a substituição do Juiz e o recebimento de uma apelação, embora tanto o presidente do Tribunal e o Corregedor-Geral da Justiça tivessem oficiado aos juizes cobrando explicações.
" Não se aguenta mais tanta desgraça aqui no Paço", declarou revoltada uma moradora, " As autoridades não se importam com o que está acontecendo aqui no Paço, por que todas elas estão protegendo a prefeita Bia", disse revoltado outro morador prejudicado com o abandono e a robalheira ao erário público. " Aqui existe ladrão de toda ordem; roubam as verbas do FUNDEB, do FPM, da Saude, dos Convênio, enfim... roubam tudo" denunciou uma jovem senhora.
É preciso que o Presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Jamil de Miranda Gedeon Neto e o Corregedor-Geral da justiça, desembargador Antonio Guerreiro Junior, tomem uma urgente providência, com relação aos magistrado que hoje respondem pela 1° Vara da Comarca, no caso o Dr. Carlos Eduardo Coelho, pois o magistrado de outrora, Dr. André Bezerra Martins nada fez em defesa da sociedade luminense, ao contrário, sempre atendeu aos caprichos de Bia Venancio através dos seus pupilos que comandam os recursos públicos municipais.
È quase certo que as Associações irão ao CNJ denunciar a gravidade do fato em razão de omissão - que também é improbidade administrativa e crime - contra os juizes e dirigentes do a Tribunal maranhense, uma vez que a sociedade luminense não pode mais continuar sendo vitíma de uma das mais agressivas espoliações aos seus recursos financeiro, desviados, descaradamente, pela gestora municipal e seus assecla.

Ações que se acham em curso propostas pelo MP contra Glorismar rosa Venancio - a prefeita Bia venancio:

  1. Ação Civil de improbidade Administrativa n° 14892010
  2. Ação Civil de improbidade Administrativa n° 10762010
  3. Ação Civil Pública n° 8692010
  4. Ação Civil de Improbidade Administrativa n° 8552010
  5. Ação Civil Pública n° 6252010
  6. Ação Civil Pública n° 6242010
  7. Medida Cautelar n° 622009
  8. Ação Ordinária n° 942002
  9. Ação Civil de Improbidade Administrativa n° 11542010
  10. Procedimento Ordinário n° 1971999